Frentes

Frente de Resistência I

Educação, Política e Emancipação

Nesta frente iremos debater, diante dos recentes retrocessos que vivemos no Brasil, as relações entre educação, escola, política e emancipação. Algumas perguntas nos movimentam para o debate:

  • Como lidar com a onda conservadora e fascista em um projeto de educação participativo e democrático?
  • O que gira em torno da disputa por uma escola sem ou com partido?
  • O que significa a educação como direito humano além da democratização do acesso à escola?
  • Como a escola pode favorecer a emancipação dos sujeitos e da sociedade?
  • O que está em jogo a partir das relações entre escolas e territórios; tensões entre cidade, asfalto e favela?
  • Como lidar com as fronteiras entre o público e o privado nas instituições educativas?
  • Como andam as políticas públicas da educação e da cultura no Brasil?
  • Como fica a questão da autoria e da autonomia dos(as) professores(as) e dos(as) estudantes na escola?
  • Quais as relações entre política e currículo? Quem decide o que se ensina e o que se aprende na escola?
  • Como as escolas vêm articulando os conhecimentos, os saberes, os fazeres e as experiências de vida de crianças, adolescentes e jovens tão diversos?
  • O que aprendemos com as ocupações das escolas? E o que deixamos de aprender?
  • De que maneiras democracia e liberdade estão presentes nas escolas?
  • Qual o papel da formação de professores na perspectiva da escola como espaço político de emancipação?

 Debates: 

  1. “Encruzilhada: política na escola e escola como política”
  2. “Currículo: batalha do conhecimento”

 

Frente de Resistência II

Educação, Desigualdades e Lutas

Nesta frente estarão em debate as relações entre educação, escola, desigualdades e lutas.

  • Que projetos de poder seguem em disputa no modo como a escola se organiza e atua?
  • Como a luta de classes se reflete na educação?
  • Quais as marcas que a escravidão brasileira imprime na educação e na escola?
  • Como os movimentos sociais antirracistas, feministas, LGBT, MST, MTST, entre tantos outros, estão no cotidiano das escolas?
  • Quais as estratégias de inclusão, exclusão e reparação que as escolas têm criado para lidar com as desigualdades e diferenças?
  • De que modos a escola escuta e valoriza a diversidade das crianças, dos adolescentes, jovens e adultos?
  • Religião e religiosidades: o que cabe na escola?
  • Conflitos socioambientais e políticas de educação ambiental estão presentes nas escolas?

Debates: 

  1. “Movendo estruturas: educação, racismo”
  2. “Eu sou porque nós somos: educação nas diferenças e diversidades”

 

Frente de Resistência III

Educação, Cultura e Transgressão

Nesta frente o pensamento e as experiências giram nas relações entre educação, cultura, criação e transgressão:

  • Como educação e cultura podem ser práticas de transgressão?
  • Existe criação sem projeto de transgressão? Qual o limite da transgressão na escola?
  • Por que a arte existe na vida diferentemente de como está presente na escola?
  • Qual o papel da arte na educação?
  • Qual a função da arte como deslocamento dentro e fora da escola?
  • Por que brincar é um gesto revolucionário?
  • Quando a literatura vai além de matéria da prova?
  • Por que a poesia é um ato de resistência?
  • O que se aprende fora da escola?
  • O que as manifestações culturais brasileiras têm a ensinar?
  • O que distancia e aproxima as práticas educativas dos projetos sociais?
  • Quando a educação enxerga que crianças, adolescentes e jovens são autores de suas aprendizagens?
  • Gestão participativa, autoria, autonomia, arte e cultura cabem na educação?
  • Como aprender e inventar com as diferenças?
  • Qual a função dos deslocamentos dentro e fora da escola?
  • A educação reconhece cultura como modo de existir?
  • Por que, apesar de tão próximas, a educação e a arte ocupam trajetórias e avanços tão diferentes?

Debates: 

  1. “Educação no plural: pedagogias possíveis”
  2. “Tempo de voo: educação e deslocamentos”

 

Frente de Resistência IV

Educação, Mercado e Neoliberalismo

Nesta frente, o desafio é pensar:

  • Como a escola contribui para a manutenção do capitalismo e do neoliberalismo?
  • Educação é mercadoria?
  • Escola como investimento político e financeiro?
  • Como o mercado se apropria das relações sociais, dos corpos humanos e dos projetos políticos?
  • Como corpo, mídia e consumo estão dentro da escola?
  • As redes e as mídias sociais subvertem os tempos e espaços da educação?
  • O que somos hoje como indivíduos e comunidade pós-redes sociais?
  • De quais maneiras o mercado gera violências na sociedade e na escola?
  • Que projetos de educação estão em disputa na dualidade direita X esquerda?

Debate:

  1. “Financeirização da Educação: mercantilização das relações e dos corpos”